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terça-feira, 11 de setembro de 2012

"Logo da Copa do Mundo fará mal ao branding do Brasil"


Entrevista cedida à coluna Poder Econômico, em 8 de setembro de 2012

"Logo da Copa do Mundo fará mal ao branding do Brasil" 
A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 colocarão, como todos já sabem, os olhos do mundo sobre o Brasil. Será, portanto, uma grande oportunidade para o país – e suas empresas – mostrarem aos quatro cantos suas marcas e ganhar com isso.
Mas, segundo o publicitário Luis Grottera, CEO da Brandia Central do Brasil e ex-presidente da TBWA\BR, os dois eventos se contrapõem no trabalho de branding. Enquanto os Jogos Olímpicos caminham para o sucesso, a Copa do Mundo dá sinais de fracasso.
- A logomarca da Copa do Mundo é simplesmente horrorosa, diz nesta entrevista ao Poder Econômico.
Poder Econômico – Qual o gap entre branding no Brasil e nos EUA? Em quantos anos veremos uma empresa brasileira no estágio atual de uma Apple, por exemplo?
Luis Grottera – O centro de branding do mundo – onde ele está mais desenvolvido – é o eixo Londres e Nova Iorque. O Brasil, hoje, tem uma estrutura de comunicação fortemente dirigida para a mass media, que favorece prioritariamente as agências de publicidade. O branding em si ainda não se desenvolveu o quanto deveria, mas pouco a pouco já podemos perceber alguns avanços. Em quantos anos veremos uma empresa brasileira se equiparando aos padrões da Apple? Pode parecer absurdo, mas não acho que estejamos tão longe – claro, não no mesmo segmento de mercado, porque tecnologia ainda não é o forte do Brasil. Do ponto de vista exclusivamente do branding, temos como um ótimo exemplo a marca Havaianas. Trata-se de uma empresa que se desenvolveu fortemente a partir dos conceitos de branding e, hoje, tem um posicionamento, tanto no país como no exterior, bastante solidificado. É um case de sucesso espetacular.
Poder Econômico – Em geral, como se posicionam as marcas brasileiras com relação a branding?
Luis Grottera - As empresas brasileiras estão em fase primária de conhecimento do que seja, de fato,branding. Pouco a pouco, algumas empresas de elite – não obrigatoriamente as maiores, mas as que pensam mais no futuro em relação às que pensam de maneira mais atrasada – estão começando a conceber e entender o conceito de branding e diferenciá-lo da comunicação tradicional. Ainda é muito comum executivos do mercado brasileiro acharem que branding e publicidade são a mesma coisa ou, pior, que branding se limite a desenhar uma nova marca ou re-estilizar a atual quando, na verdade, o design da marca é apenas a ponta do iceberg. O que faz o branding ser uma metodologia do futuro e vitoriosa em todo o mundo é justamente o fato de que trabalha a alma da empresa, e não apenas seu visual. Hoje, as marcas precisam se fazer entender por tudo que elas transmitem, se comunicando, também, sem palavras.
Poder Econômico – Os grandes eventos como Copa e Olimpíadas podem ajudar as marcas brasileiras a ganhar projeção internacional? As empresas estão bem preparadas para isso?
Luis Grottera - Não tenho muita certeza do porquê isso aconteceria. O fato de o mundo inteiro estar olhando para o Brasil durante esses dois eventos significa que o Brasil vai estar em destaque, não necessariamente as empresas brasileiras. As marcas que estarão realmente em evidência são as marcas globalizadas, como Adidas, Mc Donald’s e Coca-Cola. Uma outra maneira de olhar esse assunto é pensando em termos de Place Branding – traduzindo, a criação da marca de um determinado lugar. Um evento desse porte, com transmissão global de televisão, é uma importante ferramenta de divulgação da cultura de um país – suas capacidades, pontos turísticos, e hospitalidade. Por muitos anos, essa imagem positiva, pujante e bonita, ficará na memória de centenas de milhões de pessoas mundo afora. Assim, só faz algum sentido sediar eventos desse porte se estiverem com os objetivos voltados para o Place Branding de seu país; ou seja, se tiverem como intuito desenvolver a marca do Brasil no exterior. Mas precisamos, antes, pensar a respeito: desenvolver uma marca do quê? O que queremos dizer sobre o nosso país? Antes de mais nada, temos que saber quais são os nossos ícones. A marca, no caso do Brasil, tem que ter a ver com um país que seja simpático, alegre, desenvolvido. Sim, um país emergente, mas desejando entrar no primeiro mundo.
Poder Econômico – E o branding para Copa e Olimpíadas está no caminho certo para esse objetivo?
Luis Grottera - Uma das maneiras mais eficazes de se passar essa mensagem é através da própria logomarca do evento. Nesse sentido, temos como um excelente exemplo a logomarca das Olimpíadas de 2016, que traduz o espírito brasileiro e está em linha com o que se vê de melhor no mundo. Na contramão, temos a logomarca da Copa do Mundo de 2014 – evento que mais terá audiência no exterior -, que é simplesmente horrorosa. Uma vergonha de feiura, de mau gosto, de antiestética e não conceitual, que certamente não fará bem algum ao branding do Brasil.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Olimpíadas: Pelas medalhas ou pelo esporte?

Place Branding

Nas últimas semanas, todos os olhos estavam voltados para Londres. Assim como as edições anteriores das olimpíadas, os jogos deste ano foram marcados por cerimônias elaboradas, novos recordes e organização.

Um evento desse porte, com transmissão global de televisão, é uma importante ferramenta de divulgação da cultura de um país - suas capacidades, pontos turísticos, e hospitalidade. Por muitos anos, essa imagem positiva, pujante e bonita, ficará na memória de centenas de milhões de pessoas mundo afora.

Tudo isso, e não apenas o fluxo turístico obtido durante o evento, são fatores que remuneram aqueles que sediam os grandes eventos. A isso dá-se o nome de Place Branding – traduzindo, a criação da Marca de um determinado lugar.

Esse ano, os britânicos comprovaram que a imagem bonita que exibiam não era só da boca para fora. É esperado que os donos da casa se sobressaiam no quadro geral - isso ratifica aquela imagem positiva que as pessoas têm sobre o país – e eles não fizeram por menos: dentro da competição, ganharam 65 medalhas (17 a mais do que em Pequim - 2008) e terminaram em 3º lugar no ranking.

São essas as reais razões para um país gastar tanto dinheiro para promover eventos da magnitude dos Jogos Olímpicos. Além dos ganhos externos – com turismo, publicidade, etc -  soma-se, principalmente, o interno: o esporte é uma importantíssima via para se educar um povo. E educação deveria ser prioridade número zero no Brasil.   




O Brasil nas olimpíadas

Neste ano, nosso país investiu 100 milhões de reais a mais na competição. Trata-se de um crescimento de 44% em relação aos jogos de Pequim. E mais investimento é (ou deveria ser) igual a mais retorno, certo? Certo - na teoria. Na prática, não foi bem isso o que aconteceu. O Brasil, próxima nação a sediar as olimpíadas, foi o 22º colocado no quadro geral em Londres. Teve apenas duas medalhas a mais do que nos jogos anteriores e chegou a menos disputas de finais: foram 35 este ano, contra 41 na China. Um desempenho vergonhoso para quem tem a 5a maior população e a 6a maior economia do planeta.

E o que diz o Comitê Olímpico Brasileiro a respeito disso? Para o ilustríssimo presidente , “dinheiro não compra medalha”. Parece piada.





O que esperar de 2016?

Para 2016, a meta estipulada pelo COB é posicionar o Brasil entre os top 10 colocados, e conquistar pelo menos trinta medalhas. Sem dúvida bons resultados são essenciais, mas o sucesso de uma olimpíada não é medido apenas por enfeites dourados pendurados no pescoço. O número de medalhas só tem valor se refletir uma mudança de postura do país em relação ao esporte de maneira geral. 

Um evento como as olimpíadas pode ser ótimo para o país do ponto de vista dos negócios, mas vai além: Serve (ou deveria servir) para mostrar que o esporte é um caminho para a educação, para a integração social de um povo. E, principalmente, que é algo para todos - independente de idade, classe ou cor.


Não basta construir grandes arenas, ginásios, e piscinas exuberantes. De nada adianta largá-los como sucata passadas as festas. Essas construções devem ser símbolos de uma nova mentalidade física e esportiva do país; devem ser benefícios permanentes para  melhorar a qualidade de vida de seus cidadãos. Se isso vier com medalhas junto, ótimo. Senão, mais vale centenas de jovens praticando esportes todos os dias do que quinze ou vinte deles com um pedaço de metal na mão.

A política de esporte, assim como a educação como um todo, necessita de uma completa revolução no Brasil - de dirigentes, de estratégia e de inovação.

Que venha 2016, e que façamos bonito.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Branding da Euro 2012, Olimpíadas e Copa 2014.

LOGO PARA EVENTOS ESPORTIVOS MUNDIAIS
por FERNANDA GROTTERA,
Designer e Consultora de Branding da BRANDIA CENTRAL do BRASIL



A identidade visual de um evento esportivo mundial como as Olimpíadas ou Copa do Mundo tem como objetivo promover o torneio através de um símbolo facilmente reconhecido por todos. Este símbolo deve também trazer em seu conceito algo que lembre o país anfitrião e deve ser consistente para uso em variadas aplicações e materiais de todos os tamanhos, desde os pequenos ingressos aos enormes banners ou mesmo as transmissões digitais.

As 4 marcas mais atuais sobre este tema tem seus pontos positivos, pontos negativos, gostos pessoais, interpretações… Enfim, o que esta rolando por aí neste tema:

EURO 2012 / POLÔNIA E UCRÂNIA - Brandia Central
 O Logo é uma flor, representando uma bola como a flor prncipal e e, as outras na coloração da bandeira dos países anfitriões. Este logo foi criado após um trabalho de pesquisa dos designers da Brandia in loco na região da Polônia e Ucrânia, lá eles estudaram a fundo e, se inspiraram na tradicional arte de fazer flores artesanais de papel representando a flauna e flora da região, chamada ‘wycinanka’. Esta arte cria uma identidade cultural entre esses 2 países e foi a referência usada nesta identidade visual. Unido a este conceito foi criado uma paleta cromática com as cores mais populares utilizadas nessas regiões. O resultado é uma simbologia que representa 2 diferentes países unidos pela sua arte e tradição para sediar um dos eventos esportivos mais importantes da Europa.
Algumas interpretações sobre este logo foram: all cock and balls… is it a cauliflower Mario Bross, Mushroom and Luigi, after 3 tabs of acid. The type looks nice though... Too disneysh... Mas, no geral a identidade visual foi muito bem recebida e parabenizada por todos os envolvidos no evento e espectadores.

Saiba mais: http://euro2012logodesign.com/

| identidade visual EURO2012

 
| ‘wycinanka’ artesanato da região da Polônia e Ucrânica

  | ‘wycinanka’ flores artesanais representando flora e fauna da região


| representação gráfica dos países participantes


| ‘representação gráfica dos estádios participantes



| histórico de logos da EUROCOPA

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COPA 2014 / BRASIL - autor desconhecido
Este logo foi encomendado pela FIFA, que descumprindo acordo com a ADG ( associação de designers gráficos do Brasil) de que seria um job para fazerem em conjunto, fez um concurso onde celebridades julgaram e escolheram o melhor logo na opinião deles, sem critério técnico. O autor do logo permanece desconhecido até hoje.
O Resultado é que para a Copa do Mundo no Brasil em 2014, temos um logo esteticamente mal resolvido em termos de proporção, fontes, escala e sem absolutamente nenhuma referência a cultura do país. Se não há representatividade cultural, não tem significado. O logo é vazio de conceito abrindo espaço para interpretações esdrúxulas como: é o país do rouba rouba onde todos metem a mão inclusive a FIFA, é uma pessoa envergonhada chorando com a mão no rosto, é a foto de um medium recebendo espírito…
Na construção de uma identidade visual para um evento dessa proporção… “Não é só designer que deve aparecer. Aparece estilista de uniformes, aparece a publicidade. E o designer deveria coordenar essas coisas. Não é só fazer a marquinha. É um complexo muito maior. Uma coisa muito profissional que aqui no Brasil não tem essa cultura. Então ganham as agências de publicidade, que estão destruindo todas as marcas." Alexander Wollner

  | histórico de logos da COPA DO MUNDO

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|  logo OLIMPÍADAS LONDON 2012


“O logo se trata de algo extremamente novo e diferente do convencional, que deverá durar por mais 5 anos e que acima de tudo pretende se comunicar com o público jovem.“ sr. Sebastian Coe em 2007,
presidente do comitê organizador da Olimpíadas 2012
 
OLIMPÍADAS 2012 / Londres - Wolff Olins
Este logo, feito por uma das maiores agências de Branding do mundo – Wolff Olins, foi alvo de muitos comentários. O logo tem uma forma abstrata de escrever 2012 representando os cinco continentes, o ser humano e suas cnco extremidades, os cinco valores do parlamento Inglês. Essa forma gerou muita polêmica, inclusive foram colhidas quase 50mil assinaturas exigindo que o logo fosse refeito. As razões para acusações eram as interpretações: É um quebra-cabeça sem solução; É como Tetris, sob o efeito de drogas; É uma suástica nazista para crianças.
" Eu, como designer e espectadora das olimpíadas, sou fã deste logo e todas suas possibilidades de aplicação em diversas utilizações. Pois eu acho que eles inovaram, criaram, coloriram, enlouqueceram, utilizaram o logo de forma negativa, de forma positiva, grande pequeno, enorme enfim, arrasaram. Penso que os ingleses são muito visionários. Tive a oportunidade de estudar Design Gráfico por 6 meses na London College of Communication e lá senti a inovação dos ingleses no dia-a-dia, eles não deixam a estética prevalecer, vão a fundo no problema, permeiam as possibilidades de soluções e quando encontram, defendem o conceito até o final – verbal e taticamente, vide as imagens de utilização de logo abaixo." Fernanda Grottera, designer
 











 
| histórico dos logos olímpicos. Veja como LONDON 2012 inovou.
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OLIMPÍADAS 2016 / RIO DE JANEIRO - Tátil Design
139 agências de publicidade e design disputaram o concurso que escolheu a marca para as Olimpíadas 2016. A vencedora foi a Tátil Design.
“O Rio, em si, é uma escultura e as pessoas vivem dentro dela.”  Fred Gelli – criador da logomarca e diretor de criação da agência Tátil Design.
Este logo dá a ideia de três pessoas, com as cores da bandeira nacional, se abraçando e formando o Pão de Açúcar. Bacana, bonito, orgânico, leve como o Rio... Cores alegres. Mas, esperadas… Assim como o logo, brando, nada muito inovador, lugar comum. E, por isso deu espaço a muitas critícas de plágio inspiração após detectarem semelhanças com o quadro ‘O abraço’  de Matisse e o Logo de uma Fundação Americana entre outros. O criador, porém, negou qualquer ponta de plágio no processo de criação daquela que será a cara dos Jogos Olímpicos no Brasil. Mas, "por se tratar de um símbolo universal (pessoas se abrançando), a possibilidade de gerar polêmica era grande." É exatamente este símbolo universal e não ter nenhuma identidade cultural explícita com o Brasil que deixa este logo com gosto de quero mais, quero ver mais, quero ver o logo desenvolvido, a identidade visual, possibilidades de cores, aplicações...  
Saiba Mais: http://youtu.be/UdmgHnqxyBo 

 
| logo olimpíadas 2016, seus sketches e desenvolvimento
 



| Símbolo Universal levou este logo a ser alvo de muitas acusações de plágio.
 
 | histórico dos logos olímpicos. Veja como LONDON 2012 inovou nas cores e estrutura do logo. E, o Brasil voltou atrás.

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domingo, 12 de fevereiro de 2012

São Paulo, mega cidade do mundo. Não pode ter o branding que tem.

O tema São Paulo tratado com dois enfoques.

Uma visão da cidade. E os impactos disso do mercado imobiliário da cidade. Ouça no soundcloud o Marketear por LG na Rádio Bandeirantes, boletim de 2 minutos no Bandeirantes Gente.

Aproveitando, segue um post sobre o novo Branding da cidade de São Paulo, de autoria da Consultora da BRANDIA CENTRAL no Brasil, Fernanda Grottera.

PLACEBRANDING DE SÃO PAULO NÃO PODE SER AMADOR!
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De cara, quando vi pela primeira vez, o logo me pareceu infantil demais, festeiro demais (cores e tipologia) e a marca, o conceito por detrás do logo não resolvido. Não vi um estudo de conceito. E recebi a idéia de criar algo além do cinza dos prédios muito legal mas, senti que pecou por nenhuma tradução da seriedade e profissionalismo que São Paulo tıem em seu DNA. Senti falta da consistência do concreto e da rica arquitetura da cidade.

Quando vi o evento de lançamento da marca, me senti na entrada de um buffet infantil, não na apresentação da marca de uma cidade com as dimensões de São Paulo. É a principal cidade do Brasil, é o firmamento - mesmo para fins de eventos e turismo, precisamos levar em consideração, a importância e seriedade que a economia de SP representa.

Analisando os detalhes técnicos do logo em si, encontro dificuldade de produção e aplicações, no PB esse logo não funciona (numa escala de cinza funciona), o 'P' não dá para enxergar direito, a falta de hierarquia entre texto e símbolo - dando a impressão de bagunça, o desenho do logo é bem anos 80 - o que pode ter seu charme. Mas, não representa futuro, contemporaneidade que acho fundamental.

As cores de São Paulo são preto - representando o negro, o branco - representando o europeu e o vermelho - representando os índios nativos. Ao todo me parece que faltou um trabalho mais explícito em conceito, ajustes finos e execução e a apresentação em geral da nova marca do foi bacana, impressionante, colorida, uma festa como nós brasileiros gostamos e sabemos fazer!

Logo pensei na marca de Melboure - Australia. Essa marca foi pensada e desenhada pela Landor. E, UAU!!

Morei em Melbourne por um tempo e, sempre achei a cidade bem compáravel à São Paulo. O australiano com o brasileiro. O clima! A praia deliciosa e afastada! A cidade e seus suburbios!

Comparando estes dois logos, sinto que se sobressai o quanto aqui no Brasil nós, designers + clientes ainda temos um grande caminho pela frente na arte de bem pesquisar, bem conceituar, bem simplificar, bem resolver, bem finalizar, bem profissionalizar processo, enfim, demonstrar eficiencia e modernidade unido a essa festa que sabemos e gostamos bem de fazer.