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terça-feira, 20 de maio de 2014

Lançamento da nova Lorenge

 A partir de março de 2013, tive o prazer de dirigir o projeto da ROSENBERG INTEGRAÇÃO ESTRATÉGICA, trabalho realizado em parceria com a BRANDIA CENTRAL, que reforçaria o mindset e a postura da empresa líder do mercado imobiliário capixaba - a Lorenge, uma das 20 maiores empresas da construção civil no Brasil.


Empresa que teve visão para investir e enfrentar os desafios de um projeto de planejamento, estratégia e implementação da cultura do Novo Branding - ainda que ocupando uma posição de prestígio no setor.

“Despontamos após este período de transformações com uma nova alma. O que fizemos foi muito mais do que rever processos e imagens, implantamos uma revolução na forma de relacionamento com nossos diversos públicos.” José Elcio Lorenzon – presidente da Lorenge.

Nas palavras de Lorenzon, a mudança operada na empresa foi radical. Mesmo em um cenário otimista e confortável, a Lorenge decidiu pensar além de seu alto desempenho atual no mercado e de sua história de sucesso, para pensar no futuro. Um futuro onde reina a Novíssima Economia, iniciada nos anos 2000. Onde a sociedade deixa de ser receptora de conteúdo e informação e passa a se expressar, criar e opinar sobre os mais variados assuntos. O acesso passa a ser livre, e o espaço cada vez mais democrático. O espírito inovador da Diretoria Executiva e o apoio dos acionistas fizeram com que a Lorenge pudesse se reestruturar para atender à sociedade de consumo tecnológica, onde o consumidor é o protagonista, para assim, garantir sua liderança de mercado por mais meio século.

A corrida para reinventar-se começou. O trabalho junto à Rosenberg incluiu analisar a fundo a história da empresa, descobrir quem era na essência a Lorenge – seus valores, seu caráter, sua personalidade. A partir disso, seria possível construir os pilares da marca com ética e veracidade, alinhados ao perfil dos comandantes da empresa.

A Lorenge entendeu que o motor de seus projetos vinha da atenção e dedicação que sempre colocou no relacionamento com seus clientes. Buscava planejar espaços para que eles pudessem se sentir bem, o que fazia com real determinação. Aí estava o ponto chave para o rebranding: a Lorenge não está apenas vendendo, mas construindo mundos mágicos que conectam pessoas e as trazem bem-estar. Ela deveria apresentar aos seus públicos essa verdade interior.

A marca, portanto, deveria refletir essa cultura da empresa. A nova identidade visual da Lorenge foi criada pela Consultoria de Branding BRANDIA CENTRAL, uma das 10 maiores da Europa. Todo o design da marca foi desenvolvido com o intuito de representá-la e identificá-la ao menos pelos próximos 10 anos, frente à colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores. O cinza e o vermelho representam a Lorenge que é comprometida em atender seus clientes a partir de novos e diferenciados modelos de relacionamento perene.



“Ao desenhar a construtora dos nossos sonhos, desejávamos uma empresa ainda mais humana, mais jovem e calorosa. E depois de muito estudar e pesquisar, concluímos que a palavra Conexão seria a chave para o enigma.” José Elcio Lorenzon – presidente da Lorenge.

A Lorenge colocou como meta tornar sua performance sustentável ao longo do tempo. Para isso foi necessário compreender as novas relações entre empresas e mercado, e desenvolver um conceito que refletisse essa realidade – as Conexões Lorenge. Dentro disso, a Lorenge se instituiu como uma empresa que faz a conexão entre o imóvel de qualidade e a satisfação de cada um dos seus clientes. Ela não só sustentou o conceito em seu discurso, como implementou ações que maximizam os benefícios ao cliente e minimizam o tempo para a resolução de questões ligadas à compra do imóvel. Confira algumas abaixo:


Conexão Personal Lorenge: cada cliente Lorenge terá um profissional, chamado de personal, que irá atendê-lo sobre qualquer assunto relacionado à Lorenge.

Conexão Portal do Cliente: os clientes terão uma página exclusiva e com acesso seguro e restrito. Nela, será possível obter informações sobre o seu imóvel, documentação, situação financeira, histórico e as conexões possíveis com o seu Personal Lorenge.

Conexão Boa Vizinhança: nos novos empreendimentos, vamos nos conectar previamente com a vizinhança. Além de abrir canais de comunicação, a Lorenge visa estudar e identificar oportunidades para contribuir com a região, como a instalação de um espaço para coleta seletiva ou uma praça de convivência, por exemplo.

Conexão Olho Mágico: dentro do Portal do Cliente, a conexão Olho mágico proporcionará o acompanhamento da obra, através de fotos mensais e nos novos empreendimentos através de câmeras 24 horas.

Com a competência de sempre, a Lorenge irá expandir o conceito de conexões a cada observação dos movimentos do mercado e das tendências da Era Digital, e provar através dessa experiência que é possível atender seus clientes de forma franca, personalizada e construir uma marca de sucesso, que sustentará a empresa durante muitos anos. Mais uma vez é revelado a mim o poder transformador do Branding sobre a gestão das empresas.

PS: Registro o meu mais sincero agradecimento e reconhecimento aos Acionistas e a Diretoria Executiva da LORENGE, que abriram corações e mentes para que o espírito da mudança se implantasse na empresa. Mais em particular, agradeço ao Samir Ginaid, Diretor Comercial e Lynette Feu Freitas, Gerente de Marketing. Sem eles não haveria um rebranding dessas dimensões.

Conheça o projeto e a nova identidade visual em http://www.lorenge.com.br/seumundo/

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Rebranding do Beach Park


O Beach Park, empreendimento bem sucedido que está entre os 20 maiores parques aquáticos do mundo, se apresentou a mim já ciente de seu potencial de crescimento no mercado. Uma empresa que conhece seu valor, deseja e busca constantes melhorias e, como pude descobrir após este trabalho de sucesso, a quem as mudanças não afugentam. Murilo Pascoal, sócio diretor da empresa, procurou a mim, minha equipe no Brasil e o time da Brandia Central em Lisboa para desfrutarmos dessa oportunidade de desenvolvimento do negócio.

O projeto começou com a percepção de uma inconsistência na marca. Não havia um critério para a construção da arquitetura de marca; os variados produtos, serviços do Beach Park estavam desconexos, e a força de cada um destes pontos de contato não estava sendo explorada ao máximo. Os personagens, vindos de um universo infantil, não possuíam histórias que os ligassem entre si e, principalmente ao parque; assim o uso da Dona Foca, simplesmente o principal elemento da marca, nos alertou para a necessidade de aplicar o Branding para promover uma transformação.


Não só foi percebida a necessidade de uma nova identidade visual, como foi repensado o modelo de negócios por nós e pelo cliente. O Beach Park possui uma diversidade de atrações – resorts, restaurantes, agência de viagens, o próprio parque - que precisava permitir a potencialização da experiência do consumidor. O intuito do projeto era de evolução, e isso resultou na implementação de um novo posicionamento que ampliaria a oferta de um "parque aquático com serviços de hotelaria e restaurantes no entorno" para um "complexo turístico completo que tem um parque aquático como âncora". Veja o hotsite de lançamento da 1a fase do trabalho: www.beachpark.com.br/novamarca

Este posicionamento diferenciador nos levou ao Rebranding do Beach Park - 2 anos de muito trabalho. Foi definida uma personalidade para a marca, com o desenvolvimento de um patrimônio simbólico e emocional de valor para a mesma. O novo conceito visual traçado envolve atributos como diversão, emoção, fantasia, evasão e partilha. E o novo logo traduz “Alegria”, principal atributo intangível da marca, através de elementos do parque – tubos, elemento humano e água.


Foi também parte essencial do projeto a construção de uma nova arquitetura de marca, compreendendo todas suas submarcas, e desenvolvidas novas identidades visuais. O Beach Park Resort passa a ser a identidade representativa do destino, se relacionando com todas as diferentes marcas de forma harmoniosa.

Antiga Arquitetura de Marca

Nova Arquitetura de Marca


Dois anos de trabalho resultaram em um projeto de Branding que responde com sucesso aos objetivos de business do Beach Park. Foi desenvolvida uma marca única, de força, que será adotada em todo universo de públicos da empresa. Um marco em minha carreira e mais uma prova de que o Branding visa além de uma reforma visual de marcas, a conquista de uma identidade, uma personalidade que conversa com o consumidor, que promove experiência, que cria uma cultura. Agradeço a oportunidade de participar de um projeto de tamanho porte e excelência. Que venham os próximos!


quarta-feira, 20 de março de 2013

Rebranding na Igreja


A questão da escolha do novo Papa já foi abordada pelos mais variados aspectos.

Vamos tratar do assunto sobre uma ótica diferenciada: a visão do mundo dos negócios (Espero que os católicos mais fervorosos não fiquem bravos comigo).

O Catolicismo é a religião que tem o meu respeito - e que é uma questão de fórum intimo. O Vaticano é um Estado. Rico. Um dos maiores proprietários de terrenos em cidades do mundo inteiro. E é sobre ele que vamos falar.

Como qualquer país, o Vaticano deve ser comandado como um business - e o fato é que esse negócio vem dando repetidos sinais de estar em crise. Tanto o número de seguidores, como a captação financeira que a Igreja obtém com esses seguidores, vêm caindo nos últimos anos.

Numa linguagem puramente comercial, a Igreja é um produto que precisa de um reposicionamento  (ou rebranding), que a faça recuperar o prestígio e a receita, que vem minguando nos cofres do Vaticano.

Esse é mais um contexto em que está inserida a escolha do novo Papa, o argentino Jorge Mario (Papa Francisco). A escolha do 1o Papa da América já foi um bom começo - a surpresa, em si, já é uma forma de se destacar. Também, a escolha de um cardeal oriundo dos jesuítas é inovadora e sintonizada com os novos tempos, no qual a riqueza ostentada em reluzentes objetos dourados perdem força e valor, passando a ganhar as referências que apelam diretamente aos fatores humanitários e ecológicos. E, para finalizar, um golaço de branding: A escolha do nome: Francisco. Verdadeiramente, uma Marca.



Encerro aqui com uma frase do artigo de Nizan Guanaes, na Folha de São Paulo de ontem: “Francisco quer dizer coma moderadamente num mundo obeso. Francisco quer dizer beba com alegria num mundo que enfia a cara no poste. Francisco quer dizer consumo responsável em sociedades de governos e consumidores endividados. Francisco quer dizer o uso responsável do irmão ar, do irmão mar, do irmão vento e de todas as riquezas debaixo do irmão Sol e da irmã Lua”

Enfim uma estratégia de grande eficácia, e que prova a força que pode ter no mundo de hoje uma única palavra - desde que ela seja bússola de todas as decisões que sejam tomadas a partir daí.